sábado, 25 de agosto de 2012

POESIA É CULTURA.


Quando vejo na beira do caminho
Uma casa de pedra, barro e vara
Com uma porta caída, vejo a cara
Da tragédia de um destino tão mesquinho
Ainda vejo um pote ali sozinho
Onde a aranha faz na boca a teia dela
No lugar onde tinha era uma janela
Vejo um quadro da vida castigada
 “Toda casa de taipa abandonada
Tem um grito de fome dentro dela.”
                                             (Fábio Pereira)

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